Entrei só para avisar que chegamos, correu tudo bem.
Mais tarde vou postar os detalhes.
quinta-feira, 15 de abril de 2010
Saindo de Mendoza, Argentina
Agora são 8:45 da manhã e estamos saindo do Hotel Cabañas El Challao, rumo a fronteira Argentina/Chile.
quarta-feira, 14 de abril de 2010
Mendoza
---------- Português ----------
Chegando ontem no hotel, como tínhamos excelente espaço e churrasqueiras a disposição, decidimos fazer um churrasco, para comer carne argentina.
Saímos todos para comprar, e aproveitamos para comprar algumas frutas para as meninas e além da carne também compramos pão e frios para o café da manhã.
Voltamos e enquanto o Nelson preparou o churrasco, eu preparei um arroz, detalhe estávamos no desespero de comer arroz, pois não comiamos desde que saímos do Brasil, enquanto isso jogamos Uno com as meninas.
O churrasco estava uma delicia, a lingüiça daqui não gostamos muito, mas lembramos muito do meu irmão que adora costela suína. Como não tinha costela suína, compramos costela de boi, e com certeza ele iria adorar, por que é simplesmente maravilhosa.
Jantamos e fomos para o chalé, que era tão maravilhoso e quentinho, que não dava vontade de arrumar as malas no dia seguinte.
Dormimos antes das 10 da noite, e como não tínhamos tanta presa de sair cedo, já que trajeto seria mais curto, que acabamos não colocando o despertador, e acordamos quase 9 horas.
Tomamos um ótimo café da manhã e pegamos a estrada as 11:00 hs.
Agora são 13:40, estamos na estrada, quase chegando a San Luis, já podendo visualizar algumas montanhas. Acreditamos que até 6 horas da tarde estaremos no hotel que esta reservado em Mendoza...
...
Chegamos as 17:40, mas por primeira vez, nos perdemos e acabamos chegando no Santuario de la Virgen de Lourdes, que eu tinha muita vontade de conhecer. Veio a calhar essa pequena desorientação!!!
Chegando ontem no hotel, como tínhamos excelente espaço e churrasqueiras a disposição, decidimos fazer um churrasco, para comer carne argentina.
Saímos todos para comprar, e aproveitamos para comprar algumas frutas para as meninas e além da carne também compramos pão e frios para o café da manhã.
Voltamos e enquanto o Nelson preparou o churrasco, eu preparei um arroz, detalhe estávamos no desespero de comer arroz, pois não comiamos desde que saímos do Brasil, enquanto isso jogamos Uno com as meninas.
O churrasco estava uma delicia, a lingüiça daqui não gostamos muito, mas lembramos muito do meu irmão que adora costela suína. Como não tinha costela suína, compramos costela de boi, e com certeza ele iria adorar, por que é simplesmente maravilhosa.
Jantamos e fomos para o chalé, que era tão maravilhoso e quentinho, que não dava vontade de arrumar as malas no dia seguinte.
Dormimos antes das 10 da noite, e como não tínhamos tanta presa de sair cedo, já que trajeto seria mais curto, que acabamos não colocando o despertador, e acordamos quase 9 horas.
Tomamos um ótimo café da manhã e pegamos a estrada as 11:00 hs.
Agora são 13:40, estamos na estrada, quase chegando a San Luis, já podendo visualizar algumas montanhas. Acreditamos que até 6 horas da tarde estaremos no hotel que esta reservado em Mendoza...
...
Chegamos as 17:40, mas por primeira vez, nos perdemos e acabamos chegando no Santuario de la Virgen de Lourdes, que eu tinha muita vontade de conhecer. Veio a calhar essa pequena desorientação!!!
O hotel Cabañas del Challao é muito bonito, e principalmente é bem rustico, ou seja, tem tudo ao estilo montanheiro.
São 22:30, acabamos de jantar e estamos indo dormir. Amanhã bem cedo estamos pegando a estrada, sentido Chile.
terça-feira, 13 de abril de 2010
De San Justo a Rio Cuarto
---------- Português ----------
Hoje tomamos um delicioso café da manhã, no hotel, incluído na tarifa, e fomos muito bem atendidos. O pessoal foi muito prestativo.
Pegando a estrada, sentindo Rio Cuarto, nos demos conta que a Km que tiramos através do Google, novamente estava furada, teremos 150 Km a mais do que o programado para hoje.
No momento, são 15:45, estou escrevendo no carro, assim quando tiver acesso a internet é só vincular no Blog, estamos chegando a Villa Santa Maria, que está alagada, parece que choveu muito por aqui, com um frio terrível, garoando um pouco e infelizmente com uma paisagem muito monótona o que cansa um pouco mais do que o normal. Tem bastante fluxo de carros na estrada e por isso transito um pouco lento, mas estamos confiantes de que até as 5 horas da tarde estaremos no hotel, queríamos fazer um churrasquinho, mas devido ao frio, acho que estamos mudando de idéia. Estamos tentando descobrir quantos graus está no momento. Já tivemos que tirar roupas mais quentinhas para as meninas, inclusive gorros. Esta muito frio!!
Passamos agora pouco para comprar um cafezinho, por causa do frio, e acabamos sentindo falta do Brasil. O atendimento não foi legal além de ter que tomar Cháfé ou água suja, mas com certeza não era café.
Chegamos a Rio Cuarto as 18:30, e ficamos realmente encantados com o Hotel Cabañas Rio Cuarto, pena que está sem acesso a internet, ainda bem que minha irmã ligou e pudemos avisar a todos que chegamos ao hotel e estava tudo em ordem.
---------- Espanhol ----------
Hoy tomamos un delicioso desayuno, en el hotel y fuimos muy bien atendidos. La gente en hotel es muy atenta y educada.
Tomando la ruta, sentido Río Cuarto, nos dimos cuenta que el Kilometraje que calculamos a través del Google, nuevamente estaba mal, tendríamos 150 Km. a mas de lo que teníamos programado para hoy.
En el momento, son las 15:45, estoy escribiendo en el auto, así cuando tenga acceso a interné es solo vincularlo al Blog, estamos llegando a Villa Santa Maria, que está llena de lagunas, parece que llovió mucho por acá, con un frío terrible, con una fina garuga y infelizmente con una paisaje monótono, que cansa un poco mas de lo normal. Hay muchos vehículos en la ruta y por eso el transito esta un poco lento, mas estamos confiantes de que hasta las 5 horas da tarde estaremos en el hotel, queríamos hacer un asadito, pero por el frío, creo que estamos cambiando de idea. Estamos tratando de descubrir quantos grados está en el momento. Tuvimos que parar para sacar ropas mas calentitas para las niñas y también para la Luna, inclusive gorros de lana. Esta demasiado frío!!
Pasamos hace poquito para comprar un café, para pasar un poco el frío, y terminamos por sentir falta de Brasil. La atención no fue nada amigable, a parte de tener que tomar Cháfé o agua sucia, seguro que café no era.
Llegamos a Río Cuarto a las 18:30, y quedamos realmente encantados con el Hotel Cabañas Río Cuarto, es una pena que están sin acceso a interné, menos mal que mi hermana llamo y pudimos avisar que llegamos al hotel y que estaba todo bien.
Hoje tomamos um delicioso café da manhã, no hotel, incluído na tarifa, e fomos muito bem atendidos. O pessoal foi muito prestativo.
Pegando a estrada, sentindo Rio Cuarto, nos demos conta que a Km que tiramos através do Google, novamente estava furada, teremos 150 Km a mais do que o programado para hoje.
No momento, são 15:45, estou escrevendo no carro, assim quando tiver acesso a internet é só vincular no Blog, estamos chegando a Villa Santa Maria, que está alagada, parece que choveu muito por aqui, com um frio terrível, garoando um pouco e infelizmente com uma paisagem muito monótona o que cansa um pouco mais do que o normal. Tem bastante fluxo de carros na estrada e por isso transito um pouco lento, mas estamos confiantes de que até as 5 horas da tarde estaremos no hotel, queríamos fazer um churrasquinho, mas devido ao frio, acho que estamos mudando de idéia. Estamos tentando descobrir quantos graus está no momento. Já tivemos que tirar roupas mais quentinhas para as meninas, inclusive gorros. Esta muito frio!!
Passamos agora pouco para comprar um cafezinho, por causa do frio, e acabamos sentindo falta do Brasil. O atendimento não foi legal além de ter que tomar Cháfé ou água suja, mas com certeza não era café.
Chegamos a Rio Cuarto as 18:30, e ficamos realmente encantados com o Hotel Cabañas Rio Cuarto, pena que está sem acesso a internet, ainda bem que minha irmã ligou e pudemos avisar a todos que chegamos ao hotel e estava tudo em ordem.
---------- Espanhol ----------
Hoy tomamos un delicioso desayuno, en el hotel y fuimos muy bien atendidos. La gente en hotel es muy atenta y educada.
Tomando la ruta, sentido Río Cuarto, nos dimos cuenta que el Kilometraje que calculamos a través del Google, nuevamente estaba mal, tendríamos 150 Km. a mas de lo que teníamos programado para hoy.
En el momento, son las 15:45, estoy escribiendo en el auto, así cuando tenga acceso a interné es solo vincularlo al Blog, estamos llegando a Villa Santa Maria, que está llena de lagunas, parece que llovió mucho por acá, con un frío terrible, con una fina garuga y infelizmente con una paisaje monótono, que cansa un poco mas de lo normal. Hay muchos vehículos en la ruta y por eso el transito esta un poco lento, mas estamos confiantes de que hasta las 5 horas da tarde estaremos en el hotel, queríamos hacer un asadito, pero por el frío, creo que estamos cambiando de idea. Estamos tratando de descubrir quantos grados está en el momento. Tuvimos que parar para sacar ropas mas calentitas para las niñas y también para la Luna, inclusive gorros de lana. Esta demasiado frío!!
Pasamos hace poquito para comprar un café, para pasar un poco el frío, y terminamos por sentir falta de Brasil. La atención no fue nada amigable, a parte de tener que tomar Cháfé o agua sucia, seguro que café no era.
Llegamos a Río Cuarto a las 18:30, y quedamos realmente encantados con el Hotel Cabañas Río Cuarto, es una pena que están sin acceso a interné, menos mal que mi hermana llamo y pudimos avisar que llegamos al hotel y que estaba todo bien.
segunda-feira, 12 de abril de 2010
Chegada a San Justo
---------- Português ----------
Bom saindo da casa do Luis, depois de nos despedirmos e tomar o café da manhã, levamos aproximadamente 40 minutos até a Fronteira Paraguay/Argentina. Fizemos todo o processo de documentação, conferir bagagem, documentação do carro, principalmente a carta verde, e a documentação das mascotes, ainda bem que estava tudo em ordem. Tivemos somente que pagar uma taxa por mascote para poder circular com elas na Argentina. Todo esse processo levou uma hora e meia e rumo a San Justo.
Como eu já havia comentado, de noite, verificamos o mapa e com a ajuda do Luis descobrimos que o trajeto tinha 837 km e não 498 km como haviam visto no mapa. Pensamos em mudar um pouco o roteiro e talvez tivéssemos que fazer uma parada a mais. Ficou super pesado, mas acabamos seguindo nossos planos, mesmo porque já estava tudo certinho e íamos acabar perdendo mais tempo procurando outro hotel.
Chegamos ao Hotel Califórnia às 21h30min, e a recepção foi maravilhosa, o hotel é muito bonito, bem requintado, nosso quarto estava prontinho esperando por nós e realmente é muito aconchegante. Quase sem pique, mas com fome, atravessamos a rua e jantamos em uma Parrillada Argentina, pedimos Ravióli e meia porção de vacío, mas VACIO estava o prato, rimos muito, eram somente 2 pedacinhos pequenos de carne, tipo tamanho batata frita, ficamos na vontade de comer mais carne, mas estávamos tão cansados que não quisemos fazer outro pedido, mas tudo bem o resto estava uma delicia e ninguém saiu de lá com fome. A Evelyn inclusive dormiu na mesa e voltou para o hotel no colo. Capotamos de sono!!!
---------- Espanhol ----------
Bueno, saliendo de la casa del Luis, después de despedirnos y tomar el desayuno, llevamos aproximadamente 40 minutos hasta la Frontera Paraguay/Argentina. Hicimos todo el proceso de documentación, revisar maletas, documentación del auto, principalmente pidieron la carta verde (seguro internacional), y la documentación de las mascotas, menos mal que teníamos todo en orden. Tuvimos solamente que pagar un valor por mascota para poder circular con ellas en Argentina. Todo ese proceso llevo una hora y media, y nos fuimos rumbo a San Justo.
Como lo había comentado, de por la noche, revisamos el mapa y con ayuda del Luis descubrimos que el trayecto tenia 837 Km. y no 498 Km., como habíamos programado. Pensamos en cambiar un poco los planes y quizás hacer una parada más. Quedo bien pesado el viaje, para llegar hasta San Justo, ya que optamos por seguir nuestro programa, mismo porque teníamos las reservas en los hoteles y al final tendríamos que perder mas tiempo buscando un nuevo hotel, principalmente que acepte mascotas.
Llegamos al Hotel Califórnia as 21:30 horas, y la recepción fue maravillosa, el hotel es muy bonito, súper elegante, nuestra habitación estaba listita esperando por nosotros y la encontramos bien acogedora. Casi sin fuerzas, mas con mucha hambre, cruzamos la calle y cenamos en una Parrillada Argentina, pedimos Raviolis y media porción de vacío, mas VACIO estaba el plato, nos reímos mucho, eran solamente 2 pedacitos pequeños de carne, tipo papa frita, quedamos con ganas de comer mas carne, pero estábamos tan cansados que no quisimos pedir mas. Lo demás estaba muy rico y nadie salió de allá con hambre. La Evelyn se durmió en la mesa y tuvimos que llevarla em brazos. Caímos zeta!!! Zzzzzzz….
Bom saindo da casa do Luis, depois de nos despedirmos e tomar o café da manhã, levamos aproximadamente 40 minutos até a Fronteira Paraguay/Argentina. Fizemos todo o processo de documentação, conferir bagagem, documentação do carro, principalmente a carta verde, e a documentação das mascotes, ainda bem que estava tudo em ordem. Tivemos somente que pagar uma taxa por mascote para poder circular com elas na Argentina. Todo esse processo levou uma hora e meia e rumo a San Justo.
Como eu já havia comentado, de noite, verificamos o mapa e com a ajuda do Luis descobrimos que o trajeto tinha 837 km e não 498 km como haviam visto no mapa. Pensamos em mudar um pouco o roteiro e talvez tivéssemos que fazer uma parada a mais. Ficou super pesado, mas acabamos seguindo nossos planos, mesmo porque já estava tudo certinho e íamos acabar perdendo mais tempo procurando outro hotel.
Chegamos ao Hotel Califórnia às 21h30min, e a recepção foi maravilhosa, o hotel é muito bonito, bem requintado, nosso quarto estava prontinho esperando por nós e realmente é muito aconchegante. Quase sem pique, mas com fome, atravessamos a rua e jantamos em uma Parrillada Argentina, pedimos Ravióli e meia porção de vacío, mas VACIO estava o prato, rimos muito, eram somente 2 pedacinhos pequenos de carne, tipo tamanho batata frita, ficamos na vontade de comer mais carne, mas estávamos tão cansados que não quisemos fazer outro pedido, mas tudo bem o resto estava uma delicia e ninguém saiu de lá com fome. A Evelyn inclusive dormiu na mesa e voltou para o hotel no colo. Capotamos de sono!!!
---------- Espanhol ----------
Bueno, saliendo de la casa del Luis, después de despedirnos y tomar el desayuno, llevamos aproximadamente 40 minutos hasta la Frontera Paraguay/Argentina. Hicimos todo el proceso de documentación, revisar maletas, documentación del auto, principalmente pidieron la carta verde (seguro internacional), y la documentación de las mascotas, menos mal que teníamos todo en orden. Tuvimos solamente que pagar un valor por mascota para poder circular con ellas en Argentina. Todo ese proceso llevo una hora y media, y nos fuimos rumbo a San Justo.
Como lo había comentado, de por la noche, revisamos el mapa y con ayuda del Luis descubrimos que el trayecto tenia 837 Km. y no 498 Km., como habíamos programado. Pensamos en cambiar un poco los planes y quizás hacer una parada más. Quedo bien pesado el viaje, para llegar hasta San Justo, ya que optamos por seguir nuestro programa, mismo porque teníamos las reservas en los hoteles y al final tendríamos que perder mas tiempo buscando un nuevo hotel, principalmente que acepte mascotas.
Llegamos al Hotel Califórnia as 21:30 horas, y la recepción fue maravillosa, el hotel es muy bonito, súper elegante, nuestra habitación estaba listita esperando por nosotros y la encontramos bien acogedora. Casi sin fuerzas, mas con mucha hambre, cruzamos la calle y cenamos en una Parrillada Argentina, pedimos Raviolis y media porción de vacío, mas VACIO estaba el plato, nos reímos mucho, eran solamente 2 pedacitos pequeños de carne, tipo papa frita, quedamos con ganas de comer mas carne, pero estábamos tan cansados que no quisimos pedir mas. Lo demás estaba muy rico y nadie salió de allá con hambre. La Evelyn se durmió en la mesa y tuvimos que llevarla em brazos. Caímos zeta!!! Zzzzzzz….
Saindo do Paraguay
Neste momento, estamos nos despedindo do Luis e familia e vamos sentido a Argentina e provavelmente teremos que fazer uma parada a mais, pois ontem a noite vendo o trajeto achamos que ficaria muito puchado.
domingo, 11 de abril de 2010
Na casa do Luis
Chegando na casa do Sr. Pilico, pai do Luis, não sei o nome dele mas todo mundo chama ele assim. Fomos muito bem recebidos. Como esse seria o ponto de encontro, estavam esperando com algumas comidas típicas como Chipa de maní, o mais típico é a Chipa, que é um pão que parece com o biscoito do Brasil, mas esse que comemos de Amendoim, e realmente é delicioso, além de pizza, suco de Pomelo, e aí também conheci o famoso Tererê, que é como um chá gelado, e a verdade é que faz tanto calor aqui que o geladinho do terere caiu muito bem, inclusive, como tradição, se toma o terere e em determinado momento todos param com o Terere e começam com a cerveja, mas como eu gostei muito do terere, prefiri nem trocar por cerveja. (Obs.: Juanito, não trocaria o terere nem pela chupilca)
Bom outra coisa que comi e só depois soube o que era, e paciência já tinha comido mesmo e estava muito bem preparado foi coração. Isso mesmo coração!! Nem eu acreditei que comi coração de boi.
Bom saindo da casa do Sr. Pilico e da Sra. Flora fomos para a casa do Luis, e ficamos até altas da madrugada conversando e as crianças que se deram muito bem queriam dormir juntas. Tudo correu muito bem!! O Luis e a esposa, a Rosana, são muito simpáticos e acolhedores. E seus filhos, Erika de 8 anos e Ian de 7 anos, são muito simpáticos.
Dia seguinte, levantamos, tomamos o café da manhã, e aproveitei para lavar algumas roupas, depois almoçamos e saímos para conhecer o centro histórico de Assunção, conhecemos muito da história do Paraguay. E passamos por uma feira artesanal, onde a Rosana comprou uma lembrança para levar do Paraguay, uma garrafa térmica de terere, muito linda, e o melhor de tudo é que vou poder sair do Paraguay tomando terere. Ah! Detalhe, recorremos o centro toomando terere. A Rosana levou sua garrafa com água e na maior cara de pau, tomamos terere o tempo todo, e não éramos os únicos, todos os Paraguayos estavam com seu terere.
Bom voltando para casa, começaram os preparativos para o churrasco, onde estaria toda a família do Luis. E conheci muito das tradições dos Paraguayos: de cara são servidos alguns petiscos para biliscar antes do churrasco, como sopa paraguaya, que é a única sopa sólida do mundo, mais parece uma torta salgada, e além também da mandioca foi servido Chipaguaçu, que significa Chipa grande, feito de milho, muito parecido com o pastel de choclo do Chile, mas com outro sabor.
Mañana salimos temprado sentido a Argentina.
Bom outra coisa que comi e só depois soube o que era, e paciência já tinha comido mesmo e estava muito bem preparado foi coração. Isso mesmo coração!! Nem eu acreditei que comi coração de boi.
Bom saindo da casa do Sr. Pilico e da Sra. Flora fomos para a casa do Luis, e ficamos até altas da madrugada conversando e as crianças que se deram muito bem queriam dormir juntas. Tudo correu muito bem!! O Luis e a esposa, a Rosana, são muito simpáticos e acolhedores. E seus filhos, Erika de 8 anos e Ian de 7 anos, são muito simpáticos.
Dia seguinte, levantamos, tomamos o café da manhã, e aproveitei para lavar algumas roupas, depois almoçamos e saímos para conhecer o centro histórico de Assunção, conhecemos muito da história do Paraguay. E passamos por uma feira artesanal, onde a Rosana comprou uma lembrança para levar do Paraguay, uma garrafa térmica de terere, muito linda, e o melhor de tudo é que vou poder sair do Paraguay tomando terere. Ah! Detalhe, recorremos o centro toomando terere. A Rosana levou sua garrafa com água e na maior cara de pau, tomamos terere o tempo todo, e não éramos os únicos, todos os Paraguayos estavam com seu terere.
Bom voltando para casa, começaram os preparativos para o churrasco, onde estaria toda a família do Luis. E conheci muito das tradições dos Paraguayos: de cara são servidos alguns petiscos para biliscar antes do churrasco, como sopa paraguaya, que é a única sopa sólida do mundo, mais parece uma torta salgada, e além também da mandioca foi servido Chipaguaçu, que significa Chipa grande, feito de milho, muito parecido com o pastel de choclo do Chile, mas com outro sabor.
Mañana salimos temprado sentido a Argentina.
sábado, 10 de abril de 2010
Chegada a Asunción
Chegamos a Asunción, Paraguay, as 19 horas, o caminho nao foi tao pesado, e foi bastante divertido.
-----Portugues----------------------------------------
Não tivemos problema para sair do Brasil e nem para entrar no Paraguay, praticamente tivemos que pedir para que nos registrassem.
Pegamos 3 pedágios na estrada desde Ciudad del Este até Asunción, o mais comico era que o Nelson estava tão perdido com a troca de Reais ou Dolares para Guaranis, porque o primeiro pedágio, por exemplo, era de 10.000 Guaranis, que para o Nelson soava absurdamente caro, que no cambio sai por aproximadamente R$ 5,00, até menos do que os pedágios pagos no Paraná.
No caminho, pudemos ver algumas curiosidades do Paraguay, já que passamos por várias cidades de interior, como Caaguaçu, Corone Oviedo, Caacupe, San Bernardino e San Lorenzo, entre outras.
Entrando no Paraguay, a terra muda de cor, é incrível, mas ela passa de um vermelho amarronzado para vermelho vivo, mas muito vivo mesmo. Aqui a Policia Rodoviária se chama Polícia Caminera, e todos os postos que passamos tinham seus policiais, bem tranqüilos, lendo jornal ou tomando tererê.
Outra coisa que chama muito a atenção no caminho até a Assunção são os açougues, as Carnicerias, com pedaços enormes de carnes, pendurados á espera de um comprador, muito estranho.
Chegando na área Urbana, pudemos notar a loucura que é o transito, sem marcação no piso, sem muita orientação do nome das cidades, e ninguém respeita nada. Se a velocidade permitida é de 60 km/hora o pessoal vai a 110. Loucura!! E detalhe… só caminhonete 4X4. Acho que carrinho pequeno, somente o nosso.
Derepente uma placa Bienvenidos, pensamos que legal... Asunción... Mas Bienvenidos onde???? Não tinha o nome da cidade, e infelizmente era San Lorenzo.
Um pouquinho mais adiante Chegamos a Assunção e sem problema algum conseguimos chegar na casa dos pais do Luis, amigo do Nelson, quem iríamos visitar. Foi até fácil de chegar.
-----Español------------------------------------------
No tuvimos ningún problema para salir de Brasil e ni para entrar en Paraguay, prácticamente tuvimos que pedir para que registraran nuestra salida y entrada.
Pasamos 3 peajes desde Ciudad del Este hasta Asunción, lo mas cómico fue que Nelson estaba tan perdido con el cambio de Reales a Dólares para Guaranis, porque el primer peaje, por ejemplo, era de 10.000 Guaranis, que para el Nelson parecía absurdamente caro, que en el cambio sale por aproximadamente R$ 5,00, hasta menos de lo que los peajes pagos en Paraná.
En el camino, pudimos ver algunas curiosidades en Paraguay, ya que pasamos por varias ciudades del interior, como Caaguaçu, Corone Oviedo, Caacupe, San Bernardino e San Lorenzo, entre otras.
Entrando en Paraguay, la tierra cambia totalmente de color, es increíble, pasa de un rojo amarronzado para rojo vivo, pero muy vivo.
Aquí la Policía Rodoviaria se llama Policía Caminera, y todos los puestos que pasamos tenían sus policías, bastante tranquilos, leyendo el diario o tomando tererê.
Otra cosa que nos llamo mucho la atención en el camino hasta Asunción son las Carnicerías, con pedazos enormes de carnes simplemente colgando, es como muy raro.
Llegando a la área Urbana, pudimos notar la locura que es el transito, sin marcación en el piso, sin mucha orientación con nombres de las ciudades, e nadie respeta nada. Si la velocidad permitida es de 60 km/hora andan a 110. Locura!! Y detalle… solo camionetas 4X4. Creo que carrito pequeño, solo el de nosotros.
De repente una placa Bienvenidos, pensamos que lindo... Asunción... Mas Bienvenidos donde???? La placa no tenía el nombre de la ciudad, y infelizmente era San Lorenzo.
Un poquito mis adelante llegamos a Asunción y sin mayores problemas, logramos llegar a la casa de los papas del Luis, amigo del Nelson, a quien iríamos a visitar. Fue hasta bastante fácil llegar.
-----Portugues----------------------------------------
Não tivemos problema para sair do Brasil e nem para entrar no Paraguay, praticamente tivemos que pedir para que nos registrassem.
Pegamos 3 pedágios na estrada desde Ciudad del Este até Asunción, o mais comico era que o Nelson estava tão perdido com a troca de Reais ou Dolares para Guaranis, porque o primeiro pedágio, por exemplo, era de 10.000 Guaranis, que para o Nelson soava absurdamente caro, que no cambio sai por aproximadamente R$ 5,00, até menos do que os pedágios pagos no Paraná.
No caminho, pudemos ver algumas curiosidades do Paraguay, já que passamos por várias cidades de interior, como Caaguaçu, Corone Oviedo, Caacupe, San Bernardino e San Lorenzo, entre outras.
Entrando no Paraguay, a terra muda de cor, é incrível, mas ela passa de um vermelho amarronzado para vermelho vivo, mas muito vivo mesmo. Aqui a Policia Rodoviária se chama Polícia Caminera, e todos os postos que passamos tinham seus policiais, bem tranqüilos, lendo jornal ou tomando tererê.
Outra coisa que chama muito a atenção no caminho até a Assunção são os açougues, as Carnicerias, com pedaços enormes de carnes, pendurados á espera de um comprador, muito estranho.
Chegando na área Urbana, pudemos notar a loucura que é o transito, sem marcação no piso, sem muita orientação do nome das cidades, e ninguém respeita nada. Se a velocidade permitida é de 60 km/hora o pessoal vai a 110. Loucura!! E detalhe… só caminhonete 4X4. Acho que carrinho pequeno, somente o nosso.
Derepente uma placa Bienvenidos, pensamos que legal... Asunción... Mas Bienvenidos onde???? Não tinha o nome da cidade, e infelizmente era San Lorenzo.
Um pouquinho mais adiante Chegamos a Assunção e sem problema algum conseguimos chegar na casa dos pais do Luis, amigo do Nelson, quem iríamos visitar. Foi até fácil de chegar.
-----Español------------------------------------------
No tuvimos ningún problema para salir de Brasil e ni para entrar en Paraguay, prácticamente tuvimos que pedir para que registraran nuestra salida y entrada.
Pasamos 3 peajes desde Ciudad del Este hasta Asunción, lo mas cómico fue que Nelson estaba tan perdido con el cambio de Reales a Dólares para Guaranis, porque el primer peaje, por ejemplo, era de 10.000 Guaranis, que para el Nelson parecía absurdamente caro, que en el cambio sale por aproximadamente R$ 5,00, hasta menos de lo que los peajes pagos en Paraná.
En el camino, pudimos ver algunas curiosidades en Paraguay, ya que pasamos por varias ciudades del interior, como Caaguaçu, Corone Oviedo, Caacupe, San Bernardino e San Lorenzo, entre otras.
Entrando en Paraguay, la tierra cambia totalmente de color, es increíble, pasa de un rojo amarronzado para rojo vivo, pero muy vivo.
Aquí la Policía Rodoviaria se llama Policía Caminera, y todos los puestos que pasamos tenían sus policías, bastante tranquilos, leyendo el diario o tomando tererê.
Otra cosa que nos llamo mucho la atención en el camino hasta Asunción son las Carnicerías, con pedazos enormes de carnes simplemente colgando, es como muy raro.
Llegando a la área Urbana, pudimos notar la locura que es el transito, sin marcación en el piso, sin mucha orientación con nombres de las ciudades, e nadie respeta nada. Si la velocidad permitida es de 60 km/hora andan a 110. Locura!! Y detalle… solo camionetas 4X4. Creo que carrito pequeño, solo el de nosotros.
De repente una placa Bienvenidos, pensamos que lindo... Asunción... Mas Bienvenidos donde???? La placa no tenía el nombre de la ciudad, y infelizmente era San Lorenzo.
Un poquito mis adelante llegamos a Asunción y sin mayores problemas, logramos llegar a la casa de los papas del Luis, amigo del Nelson, a quien iríamos a visitar. Fue hasta bastante fácil llegar.
sexta-feira, 9 de abril de 2010
Saída de Foz de Iguaçu
Estamos, neste momento, deixando o Hotel Salvattin, Foz de Iguaçu. Passando para o Paraguay.
De noite conto sobre a viagem.
De noite conto sobre a viagem.
quinta-feira, 8 de abril de 2010
Ontem levantamos cedo, tomamos cafe da manhã no hotel e saímos. Era o dia de passear.
Fomos as Cataratas do Iguaçu, e realmente não tenho palavras para descrever aquela maravilha.
Almoçamos e fomos ao Parque das Aves, no começo achamos que seria um pouco caro o valor da entrada, R$ 18,00 por pessoa, para ver somente passaros, mas a verdade é que aquele é um paraíso. Acho que nunca estivemos com tanto contato com a natureza.
Olhem, tomei até uma bicada de um Tucano de bico cinza, muito chato!
Foi um dia maravilhoso!!! Quando chegamos mostrei a foto da bicada para a Ingrid, que deu muita risada, por isso achei legal mostrar no Blog.
Hoje, fomos no Ministerio da Agricultura, para fazer os documentos da Luna e da Coty e também o Seguro Internacional para o carro. Graças a Deus, tudo em ordem. Depois fomos conhecer a Ciudad del Este, Paraguay. É uma mistura de 25 de março (Brasil) com Franklin (Chile), nada de outro mundo, mas muito interessante!
Depois chegamos no hotel, pegamos uma piscina, e vamos descansar. Pretendemos sair daqui do Brasil amanhã, então precisamos estar descansados.
.
Na Estrada
Depois de fazermos uma oração e pedir proteção ao Pai pegamos a estrada, as 9 horas em ponto.
Estamos considerando mais ou menos 8 horas de viagem, sendo 4 de Ilha Comprida até Curitiba, faríamos uma parada para almoçar, e mais 4 horas até foz de Iguaçu. Doce ilusão!!
Decidimos nem parar para almoçar já que minha avó nos encheu de coisas para comermos no caminho, pena que esquecemos os enroladinhos de presunto e queijo que ela tinha preparado especialmente para levarmos. Fizemos aproximadamente 8 paradas de no maximo 10 minutos, somente para ir no banheiro.
Ficamos bastante decepcionados com a quantidade de pedágios que tem na estrada no Paraná, não somente a quantidade mas também os valores, todos em torno de R$ 7,00.
Chegamos em Foz de Iguaçu meia noite e 15 minutos, ou seja, o Nelson dirigiu 15 horas direto, tudo bem que dificilmente ele ultrapassava os 100 Km por hora, mas o problema na estrada eram as curvas, algumas bastante acentuadas, então era necessário bastante cuidado de parte dele.
A viagem em si foi bastante tranqüila, as meninas até que se comportaram, claro que em determinado momento já não agüentavam mais ficar dentro do carro e começaram a contar os Km que passávamos. A Luna sem problemas, parecia um bebe, intercalava em cada parada, o meu colo ou das meninas. Já a Coty, miava quase todo o caminho, o que deixava tranqüilos de que ela estava bem, estressada como sempre.
O melhor de tudo era saber que independente do horário que chegássemos teríamos um quarto, e camas nos esperando. Chegamos, jantamos um X-Salada e capotamos, parecendo zumbis, o Nelson nem se fala, além do cansaço, estava com dores no braço, por causa da tensão de dirigir.
Mas graças a Deus correu tudo bem, chegamos ao Hotel Salvattin, em Foz de Iguaçu, que tem uma ótima estrutura, salão de jogos, piscina, quadra, churrasqueira e os quartos bastante cômodos, pecando um pouco em relação a manutenção, o que torna o chalé bastante rústico. O único grande problema que encontramos aqui é que o acesso a internet somente no lobby do hotel, e é por isso que não consigo estar em contato direto, mas de resto, estamos muito bem acomodados.
Estamos considerando mais ou menos 8 horas de viagem, sendo 4 de Ilha Comprida até Curitiba, faríamos uma parada para almoçar, e mais 4 horas até foz de Iguaçu. Doce ilusão!!
Decidimos nem parar para almoçar já que minha avó nos encheu de coisas para comermos no caminho, pena que esquecemos os enroladinhos de presunto e queijo que ela tinha preparado especialmente para levarmos. Fizemos aproximadamente 8 paradas de no maximo 10 minutos, somente para ir no banheiro.
Ficamos bastante decepcionados com a quantidade de pedágios que tem na estrada no Paraná, não somente a quantidade mas também os valores, todos em torno de R$ 7,00.
Chegamos em Foz de Iguaçu meia noite e 15 minutos, ou seja, o Nelson dirigiu 15 horas direto, tudo bem que dificilmente ele ultrapassava os 100 Km por hora, mas o problema na estrada eram as curvas, algumas bastante acentuadas, então era necessário bastante cuidado de parte dele.
A viagem em si foi bastante tranqüila, as meninas até que se comportaram, claro que em determinado momento já não agüentavam mais ficar dentro do carro e começaram a contar os Km que passávamos. A Luna sem problemas, parecia um bebe, intercalava em cada parada, o meu colo ou das meninas. Já a Coty, miava quase todo o caminho, o que deixava tranqüilos de que ela estava bem, estressada como sempre.
O melhor de tudo era saber que independente do horário que chegássemos teríamos um quarto, e camas nos esperando. Chegamos, jantamos um X-Salada e capotamos, parecendo zumbis, o Nelson nem se fala, além do cansaço, estava com dores no braço, por causa da tensão de dirigir.
Mas graças a Deus correu tudo bem, chegamos ao Hotel Salvattin, em Foz de Iguaçu, que tem uma ótima estrutura, salão de jogos, piscina, quadra, churrasqueira e os quartos bastante cômodos, pecando um pouco em relação a manutenção, o que torna o chalé bastante rústico. O único grande problema que encontramos aqui é que o acesso a internet somente no lobby do hotel, e é por isso que não consigo estar em contato direto, mas de resto, estamos muito bem acomodados.
quarta-feira, 7 de abril de 2010
Recordando as despedidas
Do trabalho recebi alguns e-mails, muito legais, infelizmente não tive tempo de ir me despedir pessoalmente, devido à correria, a Danitza e o Fidel deram um jeitinho de passar para se despedir em casa, e pagaram o maior mico na hora de ir embora. Imagina os dois de moto!!! Me contaram (que pena perdi essa) que a Danitza ficou até virada para o lado contrario... rsrsrs
Na sexta-feira santa fizemos um almoço na casa da minha mãe e foi muito legal, comemos muito peixe e tomamos muita cerveja. Estávamos: Minha mãe, meus irmãos, Karina, Erik e Luis (Pancho), minhas sobrinhas, Ingrid, Hannah e Alanna, meu tio Luis (Nano), tia Nair, o chorão do Victor, que por incrível que pareça esse dia ele não chorou, tio Orlando e a Kelly, e nós quatro claro!
Sábado foi uma correria só... Fomos nos despedir do Manoel Costa e da Severina, que são grandes amigos. Depois fomos almoçar na casa do meu tio Nano. Não queria viajar sem comer o Tutu de feijão da tia Nair antes. Muito bom! Pena que todo mundo gostou e não sobrou muito.
Depois fomos para o último dia de Capoeira, onde foram feitas as despedidas do Nelson, da Sarah e da Evelyn, pegamos uma baita chuva para chegar e ficamos pouco tempo, mas foi bastante emocionante. Rolaram algumas lágrimas.
Voltando da capoeira, tivemos que correr para a confraternização do Chile Lindo, e mesmo assim chegamos muito atrasados. Eu já tinha cogitado em não ir, mas sabia que seria a única oportunidade de me despedir de amigos com quem convivemos há anos. Para minha surpresa, além de comemorar os aniversários do mês como eu tinha comentado anteriormente, essa reunião promoveu a nossa despedida e não somente despedida, foi uma homenagem muito linda, onde além de recebermos lindas placas de agradecimento, foi feito um esquinazo (pequena apresentação) com as músicas e danças que marcaram meus 18 anos dentro do grupo, e como parte do show, tive que dançar também. Chorei muito, me emocionei demais. Senti o quanto fui importante para o grupo, e o quanto devo agradecer por ter feito parte desta grande família, e sinto que ainda serei, porque mesmo de longe, meu coração é Chile Lindo e será sempre e no que eu puder ajudar, ajudarei, e estarei sempre com meus amigos.
Eu realmente não imaginei que seria tão difícil o momento da despedida. Por mais que eu esteja ansiosa em chegar na minha casa e colocá-la em ordem, a saída foi muito difícil...
Ver as lágrimas do meu barrigudo tio Nano ao sair de casa.
Me despedir de minhas pequenas gêmeas, Hannah e Alanna, que ainda bem, não estavam 100% acordadas.
Meu irmão Luis, que desejou tudo de bom, engasgado.
Meu irmão Erik, que mesmo sendo um machão, se despediu com lagrimas nos olhos.
Minha irmã, que mostrou seu sofrimento na hora de se despedir da Sarah e da Evelyn.
Até o Ale (cunhado) deixou cair suas lágrimas.
E o mais difícil foi me despedir da minha pequena-grande Ingrid, que alem de nossa sobrinha, é nossa afilhada, nossa primeira filha e em muitos momentos nossa companhia.
Devem estar se perguntando sobre minha mãe... Bom, essa faz parte da segunda etapa. Ela viajou conosco até a casa dos meus avós, Nana e Lolo, que moram em Ilha Comprida, onde passaríamos para nos despedir.
Chegamos na casa dos meus avós no domingo e a despedida foi muito difícil na terça-feira, de manhã, senti que tanto meus avós quanto minha mãe tentaram se manter duros, mesmo com lágrimas nos olhos, e sei que era para que não saíssemos de lá tristes.
A verdade é que sai de lá e desabei, cai no choro até sair de Ilha comprida, onde paramos o carro para fazermos uma oração antes de seguir viagem. Mas sabe sai de lá com a certeza de que a minha ida para o Chile terá êxito, porque meu avô me disse isso, e ele é a pessoa que eu mais respeito e as palavras dele pesaram muito. E dos demais, não recebi recriminação mais sim as melhores vibrações de sorte e boa viagem, e isso foi muito importante.
Assim que sai da casa dos meus avós, comecei a lembrar de uma carta que minha mãe me mandou para o Chile quando eu decidi voltar, e nessa carta ela disse que eu pensasse melhor, porque eu estava bem no Chile. E pensei comigo, se na época eu tivesse decido não voltar, teria evitado todo o sofrimento da despedida. Por outro lado, agradeço a Deus por cada momento que vivemos com cada um de vocês. E que não levem em conta a despedida, porque é só um intervalo, porque no Chile ou no Brasil, repetiremos a dose, sendo nas nossas férias ou na de vocês. Amo todos vocês!!!
Bom no momento nos encontramos em Foz de Iguaçu, e amanhã cedo conto sobre a viagem, beijos!
Na sexta-feira santa fizemos um almoço na casa da minha mãe e foi muito legal, comemos muito peixe e tomamos muita cerveja. Estávamos: Minha mãe, meus irmãos, Karina, Erik e Luis (Pancho), minhas sobrinhas, Ingrid, Hannah e Alanna, meu tio Luis (Nano), tia Nair, o chorão do Victor, que por incrível que pareça esse dia ele não chorou, tio Orlando e a Kelly, e nós quatro claro!
Sábado foi uma correria só... Fomos nos despedir do Manoel Costa e da Severina, que são grandes amigos. Depois fomos almoçar na casa do meu tio Nano. Não queria viajar sem comer o Tutu de feijão da tia Nair antes. Muito bom! Pena que todo mundo gostou e não sobrou muito.
Depois fomos para o último dia de Capoeira, onde foram feitas as despedidas do Nelson, da Sarah e da Evelyn, pegamos uma baita chuva para chegar e ficamos pouco tempo, mas foi bastante emocionante. Rolaram algumas lágrimas.
Voltando da capoeira, tivemos que correr para a confraternização do Chile Lindo, e mesmo assim chegamos muito atrasados. Eu já tinha cogitado em não ir, mas sabia que seria a única oportunidade de me despedir de amigos com quem convivemos há anos. Para minha surpresa, além de comemorar os aniversários do mês como eu tinha comentado anteriormente, essa reunião promoveu a nossa despedida e não somente despedida, foi uma homenagem muito linda, onde além de recebermos lindas placas de agradecimento, foi feito um esquinazo (pequena apresentação) com as músicas e danças que marcaram meus 18 anos dentro do grupo, e como parte do show, tive que dançar também. Chorei muito, me emocionei demais. Senti o quanto fui importante para o grupo, e o quanto devo agradecer por ter feito parte desta grande família, e sinto que ainda serei, porque mesmo de longe, meu coração é Chile Lindo e será sempre e no que eu puder ajudar, ajudarei, e estarei sempre com meus amigos.
Eu realmente não imaginei que seria tão difícil o momento da despedida. Por mais que eu esteja ansiosa em chegar na minha casa e colocá-la em ordem, a saída foi muito difícil...
Ver as lágrimas do meu barrigudo tio Nano ao sair de casa.
Me despedir de minhas pequenas gêmeas, Hannah e Alanna, que ainda bem, não estavam 100% acordadas.
Meu irmão Luis, que desejou tudo de bom, engasgado.
Meu irmão Erik, que mesmo sendo um machão, se despediu com lagrimas nos olhos.
Minha irmã, que mostrou seu sofrimento na hora de se despedir da Sarah e da Evelyn.
Até o Ale (cunhado) deixou cair suas lágrimas.
E o mais difícil foi me despedir da minha pequena-grande Ingrid, que alem de nossa sobrinha, é nossa afilhada, nossa primeira filha e em muitos momentos nossa companhia.
Devem estar se perguntando sobre minha mãe... Bom, essa faz parte da segunda etapa. Ela viajou conosco até a casa dos meus avós, Nana e Lolo, que moram em Ilha Comprida, onde passaríamos para nos despedir.
Chegamos na casa dos meus avós no domingo e a despedida foi muito difícil na terça-feira, de manhã, senti que tanto meus avós quanto minha mãe tentaram se manter duros, mesmo com lágrimas nos olhos, e sei que era para que não saíssemos de lá tristes.
A verdade é que sai de lá e desabei, cai no choro até sair de Ilha comprida, onde paramos o carro para fazermos uma oração antes de seguir viagem. Mas sabe sai de lá com a certeza de que a minha ida para o Chile terá êxito, porque meu avô me disse isso, e ele é a pessoa que eu mais respeito e as palavras dele pesaram muito. E dos demais, não recebi recriminação mais sim as melhores vibrações de sorte e boa viagem, e isso foi muito importante.
Assim que sai da casa dos meus avós, comecei a lembrar de uma carta que minha mãe me mandou para o Chile quando eu decidi voltar, e nessa carta ela disse que eu pensasse melhor, porque eu estava bem no Chile. E pensei comigo, se na época eu tivesse decido não voltar, teria evitado todo o sofrimento da despedida. Por outro lado, agradeço a Deus por cada momento que vivemos com cada um de vocês. E que não levem em conta a despedida, porque é só um intervalo, porque no Chile ou no Brasil, repetiremos a dose, sendo nas nossas férias ou na de vocês. Amo todos vocês!!!
Bom no momento nos encontramos em Foz de Iguaçu, e amanhã cedo conto sobre a viagem, beijos!
domingo, 4 de abril de 2010
sábado, 3 de abril de 2010
Parte Triste da Historia
Devido a corrida, não tenho tido tempo e disposição para escrever estes dias.
O nervosismo começou a pegar, estou acordando no meio da madrugada e não consigo mais dormir, um pouco de ansiedade, medo de esquecer de levar algo importante, despedidas tristes e a vontade de colocar minha casa em ordem, sem contar o desespero de não ter nada em casa agora, hoje não tenho nem mesmo um fogão para preparar um café, que agonia.
Bom a parte mais triste da historia já começou, sinto que muitas pessoas estão tristes. Eu particularmente não estou triste, pois sinto que não estou me desligando de minhas pessoas queridas, mas somente passando por uma grande mudança, mas o contato continuará existindo, e o amor e carinho não deixará de existir.
A duas semanas atrás tivemos nossa primeira despedida, o Juanito, que é um amigo super especial, aproveitou o aniversário do filho, o Daniel, para nos fazer uma despedida. Imagina, eu e o Juanito viramos a noite tomando Chupilca, cerveja com harina tostada, não vou me lembrar agora do que é feita essa farinha, que é uito consumida no Chile. O negócio é que eu achava que ele estava preparando esse treco com aguá e não com cerveja, ingenua eu, né? Lindas lembranças.
No sábado passado fomos preparados para nossa ultima aula na A LUZ DIVINA, centro espirita que frequentamos a 4 anos, onde as meninas participam das aulas de evangelização infantil e eu do grupo de pais. Tivemos a maior surpresa, porque a tia Marina e as Tias fizeram uma festinha de despedida para a Sarah e a Evelyn com direito a presentinho e tudo. Foi lindo!!! Com certeza vamos sentir muita falta dessas aulas e da companhia de todos os sábados.
No domingo almoçamos na casa do meu tio chorão Luis, Nano para os intimos. e comemos o delicioso Tutu de feijão.
O nervosismo começou a pegar, estou acordando no meio da madrugada e não consigo mais dormir, um pouco de ansiedade, medo de esquecer de levar algo importante, despedidas tristes e a vontade de colocar minha casa em ordem, sem contar o desespero de não ter nada em casa agora, hoje não tenho nem mesmo um fogão para preparar um café, que agonia.
Bom a parte mais triste da historia já começou, sinto que muitas pessoas estão tristes. Eu particularmente não estou triste, pois sinto que não estou me desligando de minhas pessoas queridas, mas somente passando por uma grande mudança, mas o contato continuará existindo, e o amor e carinho não deixará de existir.
A duas semanas atrás tivemos nossa primeira despedida, o Juanito, que é um amigo super especial, aproveitou o aniversário do filho, o Daniel, para nos fazer uma despedida. Imagina, eu e o Juanito viramos a noite tomando Chupilca, cerveja com harina tostada, não vou me lembrar agora do que é feita essa farinha, que é uito consumida no Chile. O negócio é que eu achava que ele estava preparando esse treco com aguá e não com cerveja, ingenua eu, né? Lindas lembranças.
No sábado passado fomos preparados para nossa ultima aula na A LUZ DIVINA, centro espirita que frequentamos a 4 anos, onde as meninas participam das aulas de evangelização infantil e eu do grupo de pais. Tivemos a maior surpresa, porque a tia Marina e as Tias fizeram uma festinha de despedida para a Sarah e a Evelyn com direito a presentinho e tudo. Foi lindo!!! Com certeza vamos sentir muita falta dessas aulas e da companhia de todos os sábados.
No domingo almoçamos na casa do meu tio chorão Luis, Nano para os intimos. e comemos o delicioso Tutu de feijão.
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